O novo bebê real será o quinto na fila para o trono, mas nem sempre foi assim

No início desta manhã, surgiram notícias de que o príncipe William e Kate Middleton, duque e duquesa de Cambridge, deram as boas-vindas a seu terceiro filho, um menino. Ele será o quinto na linha de sucessão ao trono britânico, atrás de sua irmã, a princesa Charlotte - mas até recentemente, não teria sido esse o caso.

Bem no século 21, a lei britânica favorecia a primogenitura masculina, ou que uma criança do sexo masculino tinha mais direito ao trono do que uma criança do sexo feminino. Em primeiro lugar, a única razão pela qual a rainha Elizabeth II subiu ao trono foi porque seu pai, o príncipe George VI, tinha duas filhas. A coisa toda estava impregnada de ironia: o país com as monarcas mais fortes - Rainha Elizabeth I, Rainha Victoria, Rainha Elizabeth II - realmente não as queria em primeiro lugar.

Em 2011, antes de Kate Middleton anunciar sua primeira gravidez, essa lei desatualizada os alcançou. O Parlamento anunciou uma nova medida, decretando que seu filho - independentemente do sexo - seria o próximo herdeiro ao trono britânico.

Como eles tiveram um filho, a lei foi um gesto simpático, mas não teve nenhuma ramificação na vida real. Até agora.

Sob as regras antigas, o novo filho de William e Kate saltaria na frente de Charlotte e se tornaria o quarto na linha de sucessão ao trono. Ela seria empurrada para o quinto lugar. Isso significa que se George abdicasse (improvável, mas totalmente possível: Edward VIII fez isso em 1936), ela seria ignorada apenas por causa de seu sexo.

Felizmente, o mais novo bebê real chega sem tal política familiar, e Charlotte vai ficar onde ela (com razão) está.